Capas de Setembro

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Adaptações de obras do Stephen King 2017.2

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Stephen King é um dos autores mais traduzidos do mundo, possui no currículo mais de 60 livros e milhares de contos. Já existem diversas adaptações dos seus livros para o cinema e a televisão, mas agora no segundo semestre de 2017 estamos com várias novidades!

Além disso, de acordo com o site Zerner Law, os fãs já podem esperar a partir do próximo ano novas adaptações! King comprou de volta os direitos cinematográficos das suas obras “A Hora da Zona Morta”, “Cujo”, “Creepshow”, “Olhos de Gato” e “Colheita Maldita”. Ansiosos? Oh yes!

O autor vai completar 70 anos no dia 21 de setembro, deu recentemente entrevista declarando que “sempre que ouço que influenciei alguém, ou fiz alguém querer um escritor, fico feliz”. Confira essa matéria publicada no Estadão.

Que tal destacar os lançamentos das adaptações de 2017. 2 das obras do Mestre King?

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A Torre Negra é uma série de livros e a adaptação foi um dos filmes mais aguardados desse ano, conta com um elenco de peso com Idris Elba e Matthew McConaughey. Estreou em agosto, é bastante confuso e algumas partes da história se passa nos dias atuais. Até agora não vi sequer alguém elogiando. Decepção.

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Jogo Perigoso é um filme repleto de coisas sobrenaturais que vai entrar no catálogo do Netflix no dia 29 de setembro. Adaptado no livro que foi publicado na década de 1990, conta no elenco com Carla Gugino e Bruce Greenwood. Confira o trailer que foi lançado esses dias.

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Mr. Mercedes é um seriado onde a primeira temporada possui 10 episódios, o próprio King é um dos roteiristas. Estreou em agosto e é baseado na trilogia do ex-detetive Bill Hodges, está recebendo diversos elogios e possui uma trilha sonora i-n-c-r-í-v-e-l.

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O Nevoeiro é uma série com 10 episódios já disponíveis no Netflix desde o final de agosto. É inspirado no conto que recebe o mesmo nome, que se encontra no livro “Tripulação de esqueletos”. Não recebeu muito destaque e não se sabe ainda se terá uma nova temporada.

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IT – A Coisa definitivamente era um dos filmes mais aguardados do ano (mais do que a Torre Negra, será?!). Estreou na semana passada e arrecadou $13,5 milhões apenas na sua primeira noite de exibição. Vai ter a segunda parte do filme, que deve estrear apenas em 2019 e já se encontra em fases iniciais de desenvolvimento.  You’ll float, too!

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Já assistiu ou pretende assistir alguma dessas novas adaptações? Obrigada por acompanhar!

Moda: Art Nouveau x Art Déco

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Art Nouveau é conhecida também como “Estilo 1900” e  recebeu esse nome na França. Em outros países era chamada de outras formas, por exemplo, “Liberty” na Inglaterra. O movimento surgiu na década de 1890 e marcou presença até a década de 1910.

Utilizada na arquitetura, decoração, serralheria, design, joalheria, móveis, estamparia e na moda. Linhas curvadas e ondulantes, com inspiração na natureza, como galhos de árvores, flores, vegetais, plantas, insetos etc.

 O corpo feminino de frente possuía a silhueta de uma ampulheta e de lado a silhueta em “s”, já as cinturas afinadas com o espartilho. Os chapéus eram utilizados com bastante volumes e enfeitados com flores, penteado em coque e saias longas.

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Em 1919, na Alemanha, o arquiteto Walter Gropius fundou a primeira escola de design, a Bauhaus. Com um visual mais “limpo” e traços geométricos, a próxima década tinha uma nova inspiração.

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Em correspondente a escola Bauhaus, surge na França o Art Déco. Considerado o primeiro estilo do século XX e o ano oficial para o seu surgimento é 1925, depois da Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas.

Utilizada na decoração, arte, design, arquitetura, cinema e moda. Linhas retas e angulares com bastante simetria, quando curvada tinha forma geométrica e que foi calculada. Esses novos tipos de linhas ajudaram a aumentar a produção industrial.

O corpo feminino mudou a silhueta, agora com linhas retas e estética de um cilindro. A marcação da cintura mudou para o quadril, vestidos e saias na altura dos joelhos, roupas com franjas.

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Obrigada por acompanhar!

O Bebê de Rosemary

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Há um ano li “O Bebê de Rosemary” do autor Ira Levin, publicado em 1967. Apesar de ter acertado o final, achei o livro incrível e me prendeu desde a primeira página. Daí que esses dias assisti o filme de 1968, com o roteiro e direção por Roman Polanski. Incrível também e, nada mais justo, do que falar sobre o livro e o filme!

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Rosemary não tinha um bom relacionamento com sua família, muda para Nova York e se casa com o Guy Woodhouse, que deseja ser um grande ator. O casal almeja morar no Bramford, um prédio antigo e com ares vitorianos  e, por “sorte”, conseguem alugar um apartamento que era de uma senhora que faleceu poucos dias antes.

O senhor Hutch, amigo da Rosemary, vai contar inúmeras histórias estranhas que já aconteceram no prédio e mesmo assim depois desse alerta o casal continua desejando ir para o Bramford. Logo conhecem Minnie e Roman Castevet, um casal de velhinhos estranhos, insistentes e que “adotaram” uma moça da rua.

O casal Woodhouse começa a frequentar o apartamento do casal Castevet e vice-versa. Rosemary começa a não se sentir tão a vontade com os vizinhos, mas o seu marido fica encantado pelos velhinhos. Vão ocorrendo coisas bastante estranhas e Rosemary consegue ficar grávida como tanto queria, porém a felicidade que sonhava vira diversas tragédias.

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O filme é bastante fiel ao livro,  também prende a atenção e você fica bastante ansioso para o que vai acontecer. O elenco é de peso com Mia Farrow (Rosemary), John Cassavetes (Guy), Ruth Gordon (Minnie), Sidney Blackmer (Roman) e Maurice Evans (Hutch).

Foi indicado a diversas categorias nos prêmios: no Oscar para melhor roteiro adaptado e melhor atriz coadjuvante; no BAFTA para melhor atriz; no Globo de Ouro para melhor atriz de cinema, melhor trilha sonora, melhor roteiro e melhor atriz coadjuvante.

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Mia Farrow cortou o cabelo durante as filmagens, uma ideia do próprio Polanski. O corte custou US$ 5 mil, inspirado nas escola Bauhaus e realizado por Vidal Sassoon, que é citado pela personagem de Mia no filme 2 vezes.

Mia tinha 21 anos e casado há pouco tempo com o Frank Sinatra, que na época tinha 50 anos. O cantor  disse que não queria ela cortasse o cabelo e haveria consequências. Pois bem, no final das gravações o casal se divorciou e os boatos eram por causa do novo corte de cabelo.

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O filme gerou diversas polêmicas e acontecimentos na época. O produtor do filme, William Castle, começou a receber ameaças de morte e ficou internado com falência renal um ano depois do lançamento do filme. No mesmo dia o compositor musical do filme, Krysztof Komeda, morreu devido um coágulo cerebral.

Sharon Tate, esposa do diretor do filme, estava grávida em 1969 e foi assassinada com mais quatro amigos em sua residência. Além disso, o apartamento em que o filme foi gravado é o local onde o John Lennon foi assassinado onze anos depois.

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Você já leu o livro e/ou assistiu o filme? Obrigada por acompanhar!

Vestido Mondrian

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O francês Yves Saint Laurent (1936-2008), começou a sua carreira trabalhando para o Christian Dior, se tornou um dos maiores nomes da alta-costura e apresentou mais de 70 coleções.

Criou um vestido diurno homenageando o holandês Piet Mondrian (1872-1944), pintor percursor do movimento neoplasticismo. O vestido era de lã, com o comprimento até a altura do joelho, reto, sem mangas e costura discreta.

Usou as cores primárias (vermelho, amarelo e azul) combinadas com branco, listras preta e a geometria que o pintor utilizava. O modelo foi uma ousadia para a alta-costura e se popularizou quando apareceu na capa da Vogue francesa de setembro de 1965. Depois diversas cópias baratas apareceram.

Acompanhe também pelo Instagram. Obrigada por acompanhar!

A Edição de Setembro

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Não é dúvida alguma de que diversas pessoas que gostam de ler revistas de moda, possuem ou já tiveram uma quedinha especial pela Vogue. Eu mesma, por exemplo, há 8 anos considerei a Vogue como a melhor revista do universo.

A edição de setembro nas revistas de moda são imensas e super importantes, é como se fosse um réveillon repleto de novas coleções dos estilistas. Tudo é pensando em dobro, com mais editoriais, matérias e anúncios.

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Vogue dos Estados Unidos é comandada desde 1988 pela britânica Anna Wintour, conhecida por ter um gênio forte e nada fácil de ser agradada. Boatos de que a personagem Miranda Priestly, interpretada pela diva Meryl Streep, no filme “O Diabo Veste Prada” (2006), foi inspirada na própria Wintour. Ok? Ok.

Assim surgiu o documentário “A Edição de Setembro” (2009), dirigido por R. J. Cutler. Um registro de toda produção da edição de setembro de 2007, que teve 840 páginas. Nenhuma outra edição de revista no mundo teve esse mesmo número de páginas!

Vamos acompanhar a Wintour por uns meses, um túnel do tempo de como foi o seu início no jornalismo, momentos de quando está saindo de casa até o final do dia na redação da revista, indo comprar café, recebendo ou visitando estilistas, tomando decisões, questionando as pessoas da sua equipe etc.

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Acabamos conhecendo um pouquinho mais da Grace Coddington, que foi editora criativa da Vogue por 30 anos. Conhece a Wintour há anos e, durante o documentário, se mostra como a única pessoa que bate de frente com a editora-chefe.

O documentário é muito interessante. Mesmo. Apesar de achar que a Wintour não mostrou nem 10% da personalidade dela, como se estivesse querendo ser mais simpática e acessível. Já assisti 2 vezes no Netflix e recomendo para quem se interessa ou possui curiosidade sobre jornalismo de moda.

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Obrigada por acompanhar!